A Polícia Civil informa a conclusão do Inquérito Policial referente à morte brutal da freira Nadia Gavanski, de 82 anos, […]

Conclusão de inquérito policial sobre homicídio e estupro em Ivaí

A Polícia Civil informa a conclusão do Inquérito Policial referente à morte brutal da freira Nadia Gavanski, de 82 anos, ocorrida no último dia 21 de fevereiro de 2026. Após minuciosa investigação e análise de provas periciais, o investigado M.P.S. foi formalmente indiciado por uma série de crimes graves.

O Indiciamento

O relatório final da autoridade policial aponta que o investigado cometeu os seguintes delitos:

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Homicídio Qualificado: Caracterizado pelo emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, com agravantes por ser a vítima maior de 60 anos e portadora de deficiência.

Estupro Qualificado: Devido à extrema gravidade das lesões constatadas.

Resistência: Por investir contra os policiais no momento da prisão.

Violação de Domicílio Qualificada: Pela invasão do convento mediante escalada.

Detalhes da Investigação

As provas colhidas, incluindo imagens de câmeras de segurança e vestígios de sangue nas roupas do investigado, confirmam a autoria dos crimes. O laudo pericial revelou um cenário de extrema violência física e sexual, indicando que a vítima, que possuía limitações motoras e de fala devido a um AVC prévio, foi subjugada sem qualquer chance de defesa.

Embora o investigado tenha admitido parte das agressões durante o interrogatório, alegando ter agido sob o comando de “vozes”, a perícia técnica refutou versões que tentavam minimizar a natureza sexual dos atos cometidos.

Estimativa de Penas e Situação Processual

Somadas as penas máximas em abstrato previstas no Código Penal para os quatro crimes de que é acusado, o investigado pode ser condenado a uma pena que ultrapassa 50 anos de reclusão (considerando os limites máximos de 30 anos para o homicídio qualificado com aumento de pena, 15 anos para o estupro qualificado, e as penas de resistência e violação de domicílio).

Status Atual: M.P.S. encontra-se preso preventivamente e permanece à disposição do Poder Judiciário, onde aguardará o julgamento.

A Polícia Civil reitera seu compromisso com a elucidação rigorosa de crimes contra vulneráveis e manifesta solidariedade à comunidade religiosa e aos familiares da vítima.

Informações: Polícia Civil do Paraná

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